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AutoConhecimento

Página atualizada em 07/06/2017

COMO RACIOCINAR COMO META-COACH

Quando um cliente se senta na sua cadeira de coaching e você faz a pergunta de abertura, "Qual é a coisa mais importante que você quer atingir nesta sessão de coaching que fará uma diferença transformativa?", seu cliente começará a te dar "informação". Mas, como vocês sabem, esta informação frequentemente será vaga, confusa, abstrata, e contaminada com todo tipo de distorção cognitiva.

O que fazer então? O que um Meta-Coach faz? Ah, é aí que o seu trabalho começa - ajudando o cliente a se comunicar com clareza e precisão. E como se faz isso? Use as distinções do Meta-Modelo e faça perguntas! Quando você faz isso, você na verdade ajuda o seu cliente a pensar de forma mais clara - e, geralmente, mais clara do que eles jamais pensaram. Isto acontece porque as perguntas do Meta-Modelo convidam insistentemente o cliente a voltar para a experiência e as suas referências, para mapear ela de forma mais precisa. Em contrapartida, isto permite que ele fale mais explicitamente e inicia um processo de pensar e falar com precisão. Isso possibilita o pensamento crítico.

Se você não fizer isso, então quando o cliente falar de forma ambígua, vaga, confusa e enganosa, isto impedirá você e ela a pensar de forma racional, precisa e clara. As perguntas de precisão do Meta-Modelo possibilitam que vocês dois cheguem aos fatos. Onde a pessoa está agora? O que está acontecendo? O que a pessoa quer? Como isso se parecerá e soará? Quando? Em qual área? O que a pessoa precisa fazer para conseguir o que ela quer?

Primeiro os fatos. Obtenha os fatos empíricos. Obtenha os fatos de base sensorial, o que nós chamamos de VAC na PNL. Isto irá aterrar o assunto de forma que você saiba sobre o que o cliente está falando. Isto também ajuda o cliente a saber sobre o que ele está falando! Mas nem todos os fatos são criados da mesma forma. Existem muitos tipos diferentes. Existem fatos reais e fatos falsos. Então faça as perguntas:

"De onde você tirou este fato? Isto é um fato sólido ou é mais como um chute? Isto é um fato dúbio baseado em uma pesquisa questionável? Este fato é relevante ou irrelevante ao assunto?"

Em seguida vem as conclusões. A partir dos fatos as pessoas chegam a conclusões. Isto é o que nós fazemos com os fatos - nós raciocinamos a partir dos fatos, nós selecionamos certos fatos e então construímos um argumento baseado neles. Nós até mesmo colocamos um viés nestes fatos. Mas qual viés? Um viés positivo? Ou um viés negativo?

"Eu quero começar um negócio de coaching" - fato. "Negócio de coaching" significa atuação individual como coach de vida - fato. Atualmente eu tenho um trabalho em período diurno, das 9 às 17h, como supervisor de pessoal em uma linha de produção - fato. Hoje eu recebo R$3.000,00 por mês - fato. Eu preciso de R$2.700,00 por mês para pagar as contas que tenho hoje - fato. Eu não sei como começar este negócio, o que fazer primeiro ou depois - fato.

A medida que combinamos os fatos, nós chegamos a conclusões. O cliente acima pode concluir: "Eu estou com medo de começar". Ele pode concluir "eu não sei como começar", "eu preciso de um plano para começar", "me falta a coragem para começar". Os mesmos fatos, muitas conclusões diferentes. Por isso que a sua primeira tarefa é fazer uma coleta inteligente de informações - colete todos os fatos para que você possa aterrar a situação do cliente. Então pergunte o que a pessoa pensa sobre isso.

Dados estes fatos, o que você está pensando? O que você concluiu? Aonde você está hoje? O que você quer atingir no coaching? O que você acredita?

Em Meta-Estados você aprendeu sobre a reflexividade e que quando você pega uma nominalização e aplica a ela mesma, você obtém termos multi-ordinais (uma das novas distinções de Meta-Modelo). Então o termo significará algo diferente em cada nível. E adivinhe que tipo de termo é um "fato"? Isso mesmo, é um termo multi-ordinal. Veja só: "Você consegue ter um fato sobre um fato?". Isto é o que eu tenho feito aqui, mencionado os fatos sobre os fatos: fatos podem ser relevantes ou irrelevantes, verdadeiros ou falsos, realistas ou irrealistas.

Todas estas perguntas permitem que você escute a forma de pensar do seu cliente. Isto permite que você comece a escutar profundamente o estilo de criação de significado da pessoa, o qual ela usa para "raciocinar" os fatos e chegar a conclusões. Agora você pode resumir em frases sucintas o assunto.

"Então isto é sobre ter clareza?" "Então essa sessão irá focar na criação de um plano?" "Então você quer se focar no gerenciamento de risco?"

Aqui você está supondo. Você está fazendo perguntas a partir das suas suposições, para ver se você está conseguindo acompanhar o seu cliente, e o tipo de pensar que levou ele a sentar na sua cadeira de coaching e receber coaching de você. Pense na conversa que você está tendo como se fosse solucionar um quebra-cabeça. O cliente tem um quebra-cabeça a resolver, e como qualquer quebra-cabeça, existem muitas, muitas peças- talvez 20, talvez 100, talvez 1000. Você pergunta "O que você quer?" para ver se você consegue a grande figura. Como a caixa de um quebra-cabeça, as peças estão todas misturadas do lado de dentro, mas do lado de fora está a figura de como o quebra-cabeça eventualmente ficará. Então a medida que você supõe que tipo de conversa que o seu cliente quer ter, você está supondo a partir da figura na caixa do quebra-cabeça.

O seu cliente está te dando as peças. Pegue elas, clarifique-as, desempacote-as, pegue os fatos e coloque-os no Panorama [Landscape]: esta peça é parte do Estado Presente, esta aqui está na Lacuna, esta aqui está no Estado Desejado, e esta está no Meta-Panorama sobre o Estado Presente. Continue perguntando e passando pelo processo de clarificação até você ter muitas das peças do quebra-cabeça definidas. A medida que você junta as peças, você pode se fazer (e fazer ao seu cliente) perguntas para ajudar a completar o quebra-cabeça.

Ele está completo? O que está faltando? Aonde há lacunas de entendimento? Isto é um quebra-cabeça sobre o que? Qual é a grande figura? Quais peças podem estar distorcidas? Mal-entendidas? Quais perguntas você ainda tem sobre as várias peças do quebra-cabeça?

A medida que você faz tudo isso, você estará escutando os padrões de pensamento, isto é, meta-programas, bem como distorções cognitivas, viéses cognitivos, etc. Alguns estarão pensando indutivamente (dos detalhes ao geral), outros dedutivamente (do geral para os detalhes). Alguns estarão pensando visualmente, outros auditivamente, outros cinestésicamente. Isto é crítico para a habilidade de detecção de padrões.

Perceba se o seu cliente tem um diagnóstico errado da situação. Muitos terão, então conte com isso, isto pode estar acontecendo. O seu cliente irá apresentar o que ele pensa ser o problema e a solução necessária. Mas não seja seduzido por isso. Desafie isto. Cheque isto. Banque o "advogado do diabo". Tudo isto é sobre como raciocinar como um Meta-Coach - e obviamente, é também sobre como ajudar o seu cliente a raciocinar sobre a vida dele. A forma como o seu cliente raciocina, como ele junta os fatos, como vai de uma ideia para a outra - tudo isso são componentes estruturais que governam o conteúdo de informações. Você precisa de ambos. Um é o enquadramento interpretativo, o outro é o conteúdo aterrado que o mantém real.

L. Michael Hall, Ph.D. - Diretor Executivo da Neuro-Semântica

Qual é a diferença entre PNL e Coaching

Esta tem sido uma das perguntas mais comuns entre pessoas que querem aprender alguma destas disciplinas.

... podemos simplificar isso....

A diferença entre PNL e Coaching é o mesmo que a diferenciação entre legumes e sopa de legumes. Fez sentido para você ?

Para clarificar ainda mais: Coaching é o processo de ajudar uma pessoa a ter acesso aos seus recursos internos e externos, e utilizar esses recursos para alcançar um resultado desejado, de forma ecológica, e estar em alinhamento com o seu potencial mais elevado e seus valores. Coaching é um método de trazer os sonhos para a realização (metas). O Coaching pode envolver esclarecimento de questões do passado que impedem a realização de seus objetivos, mas o foco é sempre no futuro.

...Mas qual a relação com a PNL ?

A PNL Programação Neurolinguistica oferece uma janela para a nossa forma de funcionar (os nossos programas de neurolinguística), é uma metodologia para criar a mudança.

Ela pode fazer uma diferença significativa na assistência a clientes de coaching para ter mais opções em seu comportamento, as emoções e as crenças que possuem. Existem modelos específicos dentro do campo da PNL para ensinar as pessoas a mudar os hábitos e outros comportamentos, como explorar e alterar estados internos e como definir, identificar e mudar as convicções limitantes. Um profissional pode utilizar ferramentas de PNL em seu processo de Coaching.

O Coaching está em busca de mudanças, a PNL gera mudanças de comportamento para capacitar o indivíduo para atingir a meta.
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Extraído de http://www.institutopsique.com.br/artigos/186-qual-e-a-diferenca-entre-pnl-e-coaching

Atividades do Coach

Uma atividade crítica e contínua para o coach é a criação de um ambiente seguro e de apoio dentro do qual o cliente possa identificar e alcançar o resultado desejado. Logo que o resultado desejado for identificado, o coach ajudará o cliente a:

Identificar crenças limitantes, valores conflitantes ou processos mentais que os limitam.

Explorar maneiras e meios para tratar desses obstáculos e ver e experimentar o mundo de um modo diferente.

Alinhar os seus recursos internos (poder da mente) com os seus recursos externos (financeiros, rede de contatos, habilidades de comunicação, etc.) para atingir esse resultado desejado. Quando nós alinhamos os nossos recursos internos e externos é que obtemos o maior potencial para alcançar os nossos desejos na vida.

Preparar uma estratégia ou plano de trabalho para alcançar o resultado desejado.

Permanecer no caminho. O coach revisa e avalia o progresso enquanto o cliente prossegue rumo ao seu resultado desejado ou faz algo para modificá-lo.
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Extraído de http://golfinho.com.br/artigo/o-que-e-coaching.htm

COACHING aplicado aos vários níveis de consciência
Por Caterine Castro

Primeiramente, é preciso destacar que coaching é um processo transformacional que acontece durante um período de meses, a partir da aplicação da metodologia por um profissional coach habilitado, com formação específica. O processo não se confunde com um treinamento comportamental ou motivacional. Necessário enfatizar que o coaching não se resume apenas a uma questão de aprender certas técnicas para atingir o sucesso pessoal. O coaching transcende os níveis do ambiente, comportamento e capacidade, eis que consiste numa jornada que proporciona ao indivíduo olhar a si mesmo, com novos olhos, e de forma integrada estabelecer a expressão do seu melhor no ambiente em que se encontra, construindo desta forma uma visão espiritual de si mesmo.

coaching diagrama

O processo de coaching envolve, na verdade, mudança de comportamento e ações a partir de uma nova maneira de enxergar a si próprio, os relacionamentos e o mundo que o circunda. Trata-se, essencialmente, de um processo que desperta a consciência do indivíduo para outros estados evolutivos até então desconhecidos, ou não vivenciados, ainda, pela pessoa.

Tanto indivíduos, como organizações, possuem um nível de consciência a partir do qual manifestam suas ações, desejos e valores. Toda mudança implica em afetar o potencial de crescimento e evolução do nível de consciência no qual as dificuldades e impedimentos, porventura estão sendo criados.

A teoria de Maslow afirma que evoluímos para níveis "superiores" de consciência à medida que vamos satisfazendo os níveis inferiores. Na prática, cada indivíduo move-se em distintos níveis de consciência simultaneamente. Assim, a depender do nível de consciência, necessidades e valores de cada pessoa, ou organização, o processo de coaching vai atuar em estágios diferentes de mudanças. Estas podem ocorrer apenas em um nível superficial, não muito duradouro, como também pode efetivamente gerar novos comportamentos, a partir de uma nova mentalidade, com a alteração da estrutura de pensamento, crenças e valores. Podendo, ainda, ser um processo evolutivo quando impacta substancialmente o senso de identidade, visão e missão do indivíduo ou organização.

É possível compreender as necessidades do ser humano na medida em que identificamos o nível de consciência em que se encontra. A famosa pirâmide de Maslow escalona a hierarquia das necessidades humanas e oferece um marco de referencia muito mais completo dos valores fundamentais que movem as pessoas, em geral. Os níveis de consciência podem ser compreendidos em, pelo menos, sete espectros da necessidade do ser humano e onde sua energia está focada, conforme ilustra a imagem abaixo.

coaching diagrama2

Nos três primeiros níveis de consciência, onde prevalecem questões físicas, emocionais e de sucesso, o ser ainda está centrado nos interesses próprios. Na medida em que se torna capaz de desenvolver uma visão maior de si mesmo e das próprias necessidades, será capaz de criar uma coesão interna entre estas e o bem comum, a partir de uma visão de legado, ou seja, o quanto deseja contribuir para um grupo (bem comum) e o quanto está disposto a oferecer os seus serviços para algo que transcenda a si mesmo.

Nos três últimos níveis da pirâmide, haverá uma expansão de consciência, uma visão de um ser conectado a um grupo ou algo maior, cujo significado e propósito de vida revela o atingimento de uma autorrealização e transformação pessoal.

Desenvolver pessoas com coaching, portanto, não se restringe à motivação. Se não houver uma expansão de percepção, ou seja, uma alteração no nível de consciência, dificilmente a pessoa entra em ação a partir de uma nova mentalidade. Para alcançar uma verdadeira mudança, onde a transformação signifique evolução e aprendizagem, o profissional coach tem que despertar no indivíduo uma visão sistêmica e um senso de interconexão com as pessoas e o mundo que o cerca, de modo a criar congruência.

E para que ocorra o processo de transformação, fundamental que o indivíduo reconheça a partir de que nível de consciência está atuando. Assim, tendo em vista que a consciência é uma só, mas se manifesta em vários níveis presentes no ser humano, a questão não é só saber qual o estágio este se encontra, mas, fundamentalmente, em qual está funcionando, agindo Agora, afinal em cada nível a mente percebe o mundo de forma diferente.

Então, a primeira questão é identificar o quanto o indivíduo está disposto a obter mudança de percepção e verdadeiramente entrar em ação a partir de um nível diferente de consciência para experenciar novos comportamentos, aprendizados e realidade.

Assim como a vida, o processo de coaching é evolutivo, sugere que o indivíduo perceba o nível de consciência mais superficial ao mais profundo, do nível mais simples ao mais complexo, alcançando por fim o autoconhecimento sistêmico da própria existência e identidade.

A essência de um processo de coaching é despertar o ser para o seu melhor, onde o conceito de produtividade é simplesmente dar o melhor de si em qualquer circunstância, pois isso simboliza viver a vida intensamente. Mais que percepção é imprescindível entrar em ação, com nova qualidade, pois é a ação que irá fazer sentir realização, felicidade e plenitude. Quando você sempre faz o melhor e a partir do seu melhor, você de fato é capaz de assumir a ação, sem esperar a recompensa, tão somente porque tem clareza de quem é você e a quem serve.

Extraído de http://acreaovivo.com/noticias/coaching-aplicado-aos-varios-niveis-de-consciencia-por-caterine-castro/5758

O que é Campo do Mentoring?
Por Marcos Wunderlich

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Campo é o espaço e a energia decorrente de eventos, atividades ou ações. Como exemplos, cito um departamento da empresa, sala de aula, restaurante ou uma família – as atividades ali presentes vão ocorrer dentro de um espaço delimitado que adquire um movimento energético, frequência ou clima: é isto que denomino de campo.

O mais interessante de tudo é que quando formamos um campo, a ordem ou a forma como os acontecimentos se desencadeiam serão correspondentes ao campo formado, ou seja, cada campo tende a direcionar os eventos internos segundo a organização da energia presente. Há inúmeros exemplos do quotidiano onde vemos pessoas se comportarem segundo o clima (campo) do local ou do ambiente.

Quando falamos de atividades de Mentoring de uma forma geral, podemos falar também do campoformado pelas práticas desta metodologia. Ali tende a ocorrer atividades nobres, de respeito, de insights e autodescobertas, além da elevação de consciência e busca da felicidade humana. Em outras palavras, se você quiser atuar como um Mentor e praticar as atividades de Mentoring, precisará compreender, adentrar e também criar este campo. Para isto será necessário cumprir ao menos três requisitos básicos, que são:

Primeiro – Intenção clara e atitudes prestativas (Mentoring)

A intenção é o pano de fundo ou aspecto sutil que permeia todas nossas ações. A intenção deve ser clara, ou seja, termos vontade genuína de beneficiar as pessoas.

Segundo – Capacidade de acesso à sabedoria interior (Mentoring)

O verdadeiro sucesso de um Mentor não vem só de sua capacidade lógica ou analítica mas vem também da sua capacidade de acessar a própria sabedoria interior.

É através desta sintonia – que ocorre através de insights, sensações e percepções que ultrapassam o mundo da razão – que fará com que o Mentor saiba fazer o melhor pelo seu cliente. Quando o campo entre o Mentor e seu Mentorado é harmônico, a sabedoria interior se manifestará naturalmente a ambos e o Mentoring fluirá naturalmente.

Terceiro – Consciência dos seus referenciais mentais (Mentoring)

Um Mentor precisa ter a clara consciência que nossos referenciais mentais literalmente criam o mundo que percebemos, ou seja: o mundo é criação da própria mente. Este é um ponto fundamental no Mentoring, pois as mudanças desejadas pelo cliente só podem advir da mudança de mentalidade, ou seja, pela aquisição de visões, valores, paradigmas e referenciais mais elevados.

Extraído de http://www.holos.org.br/o-campo-mentoring/

Coaching: O Marketing Pessoal
Por Rebeca Toyama

Acredito que o coaching possa ser uma excelente ferramenta de apoio ao marketing pessoal, mas, também acredito que o sucesso verdadeiro seja aquele que venha do que eu realmente sou.

Diariamente, pessoas me procuram querendo descobrir seu propósito de vida ou atingir algum objetivo. Num primeiro momento, essas pessoas buscam descobrir o que devem fazer de diferente ou melhor. E eu costumo perguntar logo no início: “O que você faz bem e se sente bem fazendo?”; “Quais são seus talentos?”; “Acredito na sabedoria da natureza e que ela não desperdiça energia, permitindo que nada sem função nasça, portanto, qual é a sua missão?”

Neste momento, o questionamento deixa de ser o que devo fazer, e passa a ser o que devo ser.

Costumo brincar durante as sessões de coaching: “Você acha que uma laranja teria sucesso caso quisesse fazer o papel do abacate numa receita de bolo?”; “O que você falaria para um gato que desejasse ser coelho?”; “Quem te convenceu de que não dava certo ser você mesmo?”

E quantas vezes não fazemos isso em nossas vidas? Tentamos ter sucesso no modelo do outro ou assumimos um objetivo que não está relacionado com a nossa missão. É como lançar um produto que não esteja relacionado à nossa marca. Isso também vale para as empresas, que muitas vezes promovem um serrote para a função de um martelo.

A plasticidade do ser humano é fantástica e permite que mesmo sendo serrote, seja capaz de dar umas boas marteladas, e por muitas vezes até com qualidade. Mas por quanto tempo e com quanto esforço?

Quantos são os casos em que, depois de anos, o alto desempenho é substituído por alto colesterol ou triglicérides, gastrites, artrites, entre outras “ites”? Pares ou gestores se perguntam: “Ele não era assim, o que será que aconteceu?”.

Então, é o que acontece com o serrote depois de martelar por algum tempo.

Fazer algo melhor não é regra para ser alguém melhor. Mas acredito que ser alguém melhor é um bom caminho para fazer coisas melhores, e coisas que façam sentido para minha vida. Posso fazer tudo “certinho” para conseguir “aquele” objetivo, “aquele” cargo, “aquele” patrimônio. E, numa manhã ensolarada de domingo, abrir os olhos e depois de observar os arredores me perguntar: “O que eu fiz com minha vida?”

Extraído de http://www.icoachingintegrativo.com.br/artigos-rebeca-toyama/item/coaching-marketing-pessoal

Os Benefícios da Cultura de Coaching Ontológico em Ação
by Káritas Ribas
Publicado originalmente na Revista Coaching Brasil - Fev/2014

Costuma-se pensar, nos meios organizacionais, que cada vez que utiliza-se uma determinada palavra ou expressão no cotidiano do trabalho, que a mesma imediatamente será compreendida, ou seja, terá o mesmo significado, fará sentido, para todos aqueles que compartilham da mesma cultura, idioma e fazem parte da mesma comunidade biolinguística.

Infelizmente nem sempre é assim. Os constantes desentendimentos, a competição que pressupõe o fracasso do outro, as desqualificações verbais, a dominação que subjuga, o não reconhecimento e os jogos de poder muitas vezes nos mostram um mundo árido de convivência e de compartilhamento de sentido.

Portanto, antes de falarmos dos benefícios de uma Cultura de Coaching Ontológico, gostaríamos de fazer a distinção do que falamos quando falamos sobre cultura. Certamente existem inúmeras definições para essa palavra e por isso, dizer a partir de onde dizemos o que dizemos fará toda a diferença para a construção de um território comunicativo comum entre nós que escrevemos e vocês que nos lêem.

Partiremos de Humberto Maturana que afirma que uma cultura é uma “rede fechada de conversações”. E o que isso significa? Significa que em cada espaço que convivemos – familiar, organizacional, educacional, social – fluímos em um tipo de conversação que gera determinadas emocionalidades. Podemos exemplificar: você com certeza identificará facilmente o tipo de conversação e as emocionalidades presentes em um encontro de velhos amigos em um happy hour, não é? Esse tipo de conversação e as emocionalidades são as mesmas presentes na reunião mensal da equipe da sua empresa? Ou as mesmas presentes no domingo no parque com a família? Apesar de não nos darmos conta, vivemos redes de conversações distintas que geram emocionares distintos e é exatamente isso que chamaremos de cultura.

E o que viria a ser uma Cultura de Coaching Ontológico? Entendemos que uma Cultura de Coaching Ontológico seria aquela que partiria da possibilidade da compreensão dos tipos de conversações da organização para que através da linguagem, seja possível criar e sustentar espaços de convivência entre diferentes e suas diferenças, permitir que novos caminhos e melhores relações se consolidem no tempo.

Fernando Flores, doutor na Universidade de Berkeley e proponente da Ontologia da Linguagem afirma que ao conversarmos, principalmente nas organizações, assumimos compromissos para ações futuras. A ontologia da linguagem preocupa-se com o significado da visão de mundo dos indivíduos. Para isso investe na compreensão da forma como este se apropria do mundo, de seu modo de ser e estar no mundo. Esse “modo de ser” é fruto da interação dinâmica entre a linguagem, as emoções e a fisiologia. Essa interação dá origem ao que sentimos e ao nosso comportamento, ao que dizemos, ao que fazemos, assim como aos nossos juízos do mundo e de nós mesmos. A partir dessa visão a linguagem não é vista somente como descritiva dos fenômenos da realidade, mas também como geradora de realidade e promotora de percepções individuais.

Uma Cultura de Coaching Ontológico portanto se alicerçaria na linguagem e proporia investigações mais profundas sobre a forma que temos nos comunicado, questionando-nos sobre as formas como temos expressado nossas ideias e nossos desejos. Como temos feito declarações, asserções, apreciações, solicitações, propostas ou promessas? Nossos atos linguísticos tem sido eficientes ou é possível mudar a linguagem para obter resultados mais satisfatórios?

Sabemos que as organizações necessitam de profissionais que coordenem suas ações a partir de um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que proporcionem a estas o resultado desejado. Para que esse objetivo seja atingido treinam seus colaboradores para o desenvolvimento de competências técnicas e comportamentais, sendo que as últimas normalmente estão intimamente ligadas ao desenvolvimento de competências relacionais.

Se voltarmos nosso olhar para desenvolvimento de competências relacionais, percebemos que as organizações elaboram planos de ação que incluem programas de treinamento e desenvolvimento abordando uma vasta extensão de temas, que são escolhidos mediante interpretação dos gestores sobre as necessidades de suas equipes, que costumeiramente são inferidas de relatórios comumente utilizados pelas organizações, como por exemplo a pesquisa de clima organizacional. Dos temas mais solicitados podemos exemplificar a liderança, motivação, comunicação, produtividade, trabalho em equipe, feedback, entre outros.

Esses treinamentos tem a intenção de gerar uma aprendizagem que culmine no desenvolvimento de uma competência distintiva da organização, que possa ser reconhecida como diferenciadora e que conceda vantagens em seu operar.

Essas mesmas organizações tem grandes preocupações com estratégias que garantam sua sobrevivência. Possuem recursos financeiros limitados e escassos para investimentos na capacitação humana e além disso, o fator tempo nunca pode ser deixado de lado, pois a exigência de que mais capacidades sejam adquiridas num período menor de tempo tem sido uma constante para os profissionais que trabalham com pessoas de forma geral. Imaginemos agora, uma empresa que adote uma Cultura de Coaching Ontológico, onde as redes de conversações possam sustentar a aprendizagem, a responsabilidade de cada indivíduo sobre si próprio e sobre sua participação no todo, bem como a consciência sobre o que realmente importa, estando à serviço da facilitação do fluxo da comunicação genuína, trazendo clareza aos pontos que precisem de atenção, que benefícios essa empresa teria?

Exemplificando com uma situação cotidiana, onde um diretor escuta que um de seus pares executou uma ação que, em sua interpretação foi um tremendo equívoco. Numa Cultura de Coaching Ontológico, por tratar-se de um processo baseado em perguntas, onde a curiosidade sobre os processos interpretativos, lógicos e emocionais que levam uma pessoa a agir como age, ao invés de uma abordagem acusatória, a partir de uma estória preconcebida e provavelmente cheia de falhas, julgamentos e opiniões, esse primeiro diretor poderia abrir o diálogo com uma pergunta: que motivos levaram seu par a agir da forma como agiu?, ou seja, uma aproximação a partir da curiosidade, da percepção do outro como verdadeiro outro, de uma realidade provavelmente muito diferente da sua. Certamente esse primeiro diretor ouviria um relato único, minúcias, desdobramentos e detalhes, e não a uma reação indignada de alguém que tenha sentindo-se atacado.

Se pudermos nos perceber como seres complexos, reconhecendo nossa descontinuidade e nossa contradição é possível evitar os julgamentos apressados, as reações instantâneas, automáticas, lineares e limitantes, que buscam contradizer, culpabilizar e agredir nosso interlocutor sem ao menos tentar compreender o que ele diz. E quando dizemos compreender não se trata de uma compreensão somente de lógica-racional, é necessário que ampliemos nossa mirada, que o contexto possa fazer parte da nossa análise, que a emocionalidade que envolve cada gesto e cada palavra possa ser levado em consideração, que as relações estabelecidas participem dessa equação.

Se, como dissemos anteriormente, uma cultura se forma a partir de redes de conversações e nos fazemos membros dela quando participamos de seu tipo específico de conversação, que se transforma contínua e consensualmente, adquirimos nossa identidade individual nessa cultura, aprendemos a viver o fluxo emocional dessa nossa cultura, somos moldados e participamos de sua construção, daí a importância de estarmos constantemente no exercício de lembrar a emocionalidade predominantemente presente nela. Essa emocionalidade pode ser de colaboração ou de competição, de afeto ou de medo, de vitimização ou de protagonismo, de parceria ou dominação, etc.

Não podemos pensar em uma Cultura de Coaching Ontológico sem pensarmos no desenvolvimento das pessoas e esse desenvolvimento além de estar à serviço das organizações, precisam também estar à serviço de todos os envolvidos no processo para que seja efetivo e sustentável, pois o contrário seria estreitar e limitar a visão da organização como um todo. Apesar de muitas vezes as soluções nos parecerem óbvias, na maioria das vezes elas são óbvias intelectualmente e muito difíceis de serem colocadas em prática, o que pode parecer uma contradição.

Ao usarmos o poder das perguntas como linha mestra no planejamento das ações corporativas damos a possibilidade de encadearmos aprendizados numa espiral que nos leva à profundidade, pois possibilitamos a reflexão sem a “resposta pronta”, sendo esta recursivamente conectada ao sentido e ao significado do que estamos fazendo, de nossa práxis.

É possível com a opção pela Cultura de Coaching Ontológico obtermos os benefícios da prática contínua, além de podermos esclarecer dúvidas à qualquer momento. Não precisamos esperar pelo “momento certo” e nem desistirmos da questão pois o momento já passou. Sempre é tempo de um novo questionamento!

As perguntas exploratórias, curiosas e verdadeiramente interessadas fazem o papel de um elo que impedem que os conteúdos se percam ou se dispersem pelo excesso e podem ser o suporte da geração do sentido, de sabermos o porque estamos fazendo o que estamos fazendo e como esse fazer se encaixa no todo, ampliando a visão de cada um sobre o sistema do qual faz parte.

Podemos apenas hipotetizar alguns benefícios da implantação de uma Cultura de Coaching Ontológico pois cada sistema responderia à sua maneira, de qualquer forma, os cenários que se descortinam nos parecem bastante motivadores.

Extraído de http://www.institutoappana.com/#!Os-Benefícios-da-Cultura-de-Coaching-Ontológico-em-Ação/c1pbb/55106b300cf2aa181153584b

Mudança de vida com Coaching
Por José Roberto Marques

Evoluir é a principal motivação que justifica nossas ações diárias, seja no âmbito pessoal ou profissional. Sendo assim, toda e qualquer evolução acontece na realização dos movimentos necessários para atingir o estado desejado, pautando-se nas próprias crenças, valores e interesses.

Todo desejo de mudar deve ser acompanhado da vontade e convicção em sair da zona de conforto. As mudanças te convidam a ousar, fazer diferente e desbravar o novo. Parece ser simples, mas entre querer e fazer pode haver muitos obstáculos e adversidades que limitam o alcance de suas metas e objetivos.

Nesse sentido, o Coaching é o recurso mais efetivo para poder auxilia-lo, pois o objetivo do método é oferecer os recursos fundamentais para a quebra de paradigmas, desenvolvimento de competências e habilidades que auxiliarão em sua transformação individual.

Qual o seu sonho ou projeto? Quer descobrir sua vocação? Trabalhar com o que gosta? Ter mais tempo livre? Aproveitar mais a família? Conseguir viajar e conhecer lugares maravilhosos? Melhorar sua saúde para aproveitar cada momento com disposição? Liberdade financeira? Abrir o próprio negócio? Conquistar um cargo de liderança?

Você pode ter a vida que quiser, pois seu potencial é infinito, basta ter as ferramentas certas para conseguir acessá-lo. Portanto, conte com o Coaching e escreva a história que merece!

Como o Coaching pode me ajudar a Mudar de Vida? O processo de Coaching é pautado em ação e resultado, onde se estabelece uma parceria mútua entre Coach (profissional) e Coachee (cliente).Trata-se de um método indicado para todas as pessoas, independente da profissão que exerce, desde que tenha em mente um objetivo claro, esteja disposto e comprometido a superar-se para atingi-lo.

A missão do Coach é ajudá-lo a encontrar o melhor caminho para concretizar as mudanças esperadas, através de sessões semanais ou quinzenais, realizadas em torno de 1 a 2 horas.

Perguntas Poderosas e técnicas adequadas serão aplicadas, com o objetivo de estimular indagações e reflexões. A partir deste estado de imersão em si mesmo, você identificará suas verdades mais autênticas, nos quais te nortearão a tomar decisões consistentes pautadas no que verdadeiramente faz sentido para você. ...
Reconecte-se com sua Energia, com seu EU Superior. Ouse ir Além, Faça Diferente e o Poder lhe será Dado!

Extraído de http://www.ibccoaching.com.br/blog/mudanca-de-vida-com-coaching/

O portal do campo de Coaching e Mentoring

Cada mundo, ou campo de atuação, tem suas características próprias de ordem interna e funcionamento. Há o mundo da saúde, dos negócios, das escolas, do turismo, da economia, dos esportes, da consultoria e muitos outros. E há também o mundo, prefiro chamar de campo, do Coaching e Mentoring.

As diferentes atividades humanas formam campos próprios, assim como cada tipo de mentalidade ou concepção de mundo também cria os estados mentais que geram diferentes comportamentos.

O campo (ou mundo) do Coaching e Mentoring também tem a sua ordem própria, suas características peculiares e energia ou ordem interna. Para adentrar neste campo é preciso passar por um portal, ou seja, conhecer e incorporar os requisitos básicos para ser aceito, se desenvolver e se manter na área de forma eficiente e ativa. Para o verdadeiro sucesso no campo do Coaching e Mentoring listo três requisitos básicos.

1) Intenção pura e atitudes prestativas.

A intenção é o pano de fundo ou aspecto sutil que permeia todas nossas ações. A intenção deve ser pura, ou seja, devemos querer beneficiar as pessoas de forma profunda e genuína.

A intenção pura nasce no coração amoroso e compreensivo do Coach e é esta intenção que dá suporte a atividades prestativas, ou seja, aquelas que podem de forma real e verdadeira gerar benefícios na vida do cliente.

Para sermos Coaches verdadeiramente é preciso, antes de mais nada, amar o próximo. Sem este requisito, apenas desempenharemos papéis, e a intenção pura poderá dar espaço a segundas intenções, poderão surgir outros interesses em detrimento do bem do outro e, desta maneira, perderemos o clima interior que gera o verdadeiro sucesso do Coach.

2) Capacidade de acesso à sabedoria interior.

Coaching e Mentoring é, em parte, um processo racional e operacional, que funciona a partir de conhecimentos, planos e metas. Porém, o verdadeiro sucesso de um Coach ou Mentor não vem de sua capacidade lógica ou racional, mas sim da sua capacidade de acessar e ouvir a sabedoria interior através de um processo profundo e pouco conhecido para a maioria das pessoas.

Para o Coach, estar sintonizado e centrado na sua sabedoria interior conduz e direciona os encontros de Coaching. É através desta sintonia que o Coach sabe o que é melhor para cada um. A sabedoria interior se manifesta tanto ao Coach quanto ao Coachee (cliente) através de insights, sensações e percepções que ultrapassam o mundo da razão. Sem abertura e acesso à sutil sabedoria interior seremos profissionais de Coaching e Mentoring de pouca densidade e pouca capacidade de resultados efetivos, profundos e duradouros.

3) Consciência dos seus referenciais mentais.

Um Coach ou Mentor precisa ter a clara consciência de sua própria mentalidade.

A maior conquista de um Coach, a mais difícil de todas, é obter a perfeita clareza que o mundo que ele percebe é criação de sua própria mente, a qual opera através de referenciais adquiridos ao longo da vida. A grande cegueira humana é achar que o mundo já está pronto, é assim como o vemos e que somos meros passantes reativos.

Se um Coach adquire a consciência de que é o autor de seu próprio mundo, o próximo passo será introjetar novas visões que ampliem sua mentalidade, que permitam adquirir a visão holístico-sistêmica onde há a percepção da unidade, integração das partes e sua fusão com o Todo indivisível, uma visão muito elevada e libertadora. Caso contrário, o Coach somente poderá atuar a partir de visões menores ou mais restritas, talvez do tipo fragmentado, mecanicista, linear ou usará apenas conhecimentos (sem a sabedoria) ou, ainda, se prenderá a dogmatismos e dicotomias, restringindo sua capacidade de atuar com eficácia junto ao seu cliente.

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Extraído de http://www.redepsi.com.br/2013/07/31/o-portal-do-campo-de-coaching-e-mentoring/

Distinguir entre coaching e outras atividades

Para distinguir entre coaching e outras atividades, considere as seguintes generalizações – perceba que existem sobreposições entre todas elas:

Coaching é o processo de ajudar o cliente a identificar e alinhar seus recursos internos e outros criando um ambiente seguro e de apoio, com questionamentos precisos e um feedback discutido apropriadamente.

O ato de prover conselho (o mentor) é o processo de fornecer orientação e compartilhar a expertise e as experiências. O mentor pode ter recebido ou não treinamento de como transferir o seu conhecimento.

Treinamento é o processo de informar e transferir informação, conhecimento e habilidades.

Aconselhamento/terapia é o processo de cura e para tratar dos problemas do passado que estão tendo impacto no presente e, potencialmente, no futuro.

Consultoria é o processo de fornecer recomendação e soluções com base na experiência da área.
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Extraído de http://golfinho.com.br/artigo/o-que-e-coaching.htm

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